segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Brincar é muito sério

Toda criança que recebe estímulos se torna mais esperta e a capacidade de aprendizagem se amplia.


A brincadeira envolve vários aspectos para o desenvolvimento da criança, pois através dela, vai  despertando o prazer pela vida, aprende a expressar, seus sentimentos e evoluir nos aspectos motores e intelectuais.
Brincar sozinho é necessário,  mas o coletivo amplia mais a capacidade.

Criar momentos que envolvam a brincadeira  na rotina diária ou semanal com seu filho, é muito importante.
É preciso programar na rotina um horário livre, um horário sem compromissos, pois é nesse momento que criam espaço para as invenções.

Se os  pais conseguirem se encaixar no "momento livre", terão muitas oportunidades com os filhos, como conhecê-los melhor. O vínculo afetivo vai se estabelecendo e fortificado cada vez mais..

Um aspecto primordial, é propiciarmos a criatividade.
Pode até envolver alguns brinquedos prontos, mas é PRECISO saber que o que vale mesmo é estarem juntos.
Os fantoches podem ser talheres, o avião pode ser de papel,  a música pode ser tocada com o corpo e o palco pode ser o sofá.

Brincar com o filho, É COISA SÉRIA!

O filho carregará dentro de si marcas para toda a vida.
As atividades familiares não podem ser anuladas e é essencial que as mesmas ocorram também durante a semana.

Estar em casa com a família, é se conectar a ela. Façamos desse momento algo único para a criança. Mantenha-se presente de corpo e alma, dando o máximo possível de atenção e lembremos que, se ela não desgruda da TV ou Telefone, pode ser que estejamos presentes em corpo, mas ausentes em atenção e conectividade.

Os adultos são responsáveis pelas crianças e é imprescindível que ofereçam segurança para eles. A brincadeira é uma ótima aliada para a afetividade.

A Declaração Universal dos Direitos da Criança (aprovada na Assembleia Geral das Nações Unidas em 1959), no artigo 7°, ao lado do direito da educação, enfatiza o direito do brincar: "Toda criança terá direito a brincar e a divertir-se, cabendo à sociedade e as autoridades públicas garantir a ela o exercício pleno desse direito".