domingo, 25 de fevereiro de 2018

Xô piolho!






Semana retrasada a Bianca estava com uma mega coceira na cabeça. Eu dei uma olhadinha, mas achei que fosse apenas uma alergia, uma vez que ela vira e mexe tem alergias na pele.
Mas a coceira era persistente e então resolvi olhar novamente com olhos clínicos. Kkkk
Foi então que encontrei algumas lendias. Tirei foto e mostrei para minha mãe ( ela era perita em piolhos, eu tive algumas vezes quando criança. Kkk).
E a resposta foi de fato a que eu imaginava.
- Sim, ela está com piolho.
Bom, liguei para uma amiga que já havia passado por essa experiência com a filha (a pediatra não atendia o telefone) e acionei as recomendações dela.
Fizemos um banho de vinagre com bastante condicionador e coloquei uma touca até que o moço da farmácia nos trouxe o pente fino e o remédio Revectina.
Deixamos a Bi por dois dias de molho em casa  e passamos pente fino intensamente. Depois acabei comprando xampu com Permetrina (indicado pela  dermatologista da família).
Ufa, em três dias tudo eliminado!
O cabelo da Bi ficou mega hidratado e brilhante. Kkk
Fiz duas lavagens na cabeça do meu outro filho, uma com vinagre, e uma com xampu de permetrina de tão encanada que fiquei.
Para facilitar, fiz um corte de cabelo lindo nela. Assim, fica mais fácil para cuidar. Fora que acho lindo corte curto para crianças!
A jornada foi intensa com muito trabalho. Mas,o recado que quero deixar é que assim que perceberem bichinhos na cabeça dos filhos, não existem em avisar quem teve contato com seu filho, grupo de mães da escola, direção da escola. .. Assim, você poderá evitar que outras pessoas peguem a coceira chatonilda.



quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Aulas extras. Quem deve escolher a atividade que deve ser feita?



É super importante manter o corpo em movimento não é mesmo? 





   Fica mais gostoso ainda quando fazemos algo que nos gere vontade, que nos gere prazer. 

Nós, enquanto pais, devemos observar as necessidades como um todo, pois a criança precisa conhecer as funções de seu corpo e firmar relações de movimento para assim dominar vários aspectos motores. Mas não é apenas o aspecto motor que entra em jogo quando se pratica algum esporte ou alguma aula de movimento, a parte emocional e sentimental também estão muito presentes nessas  práticas. 

   É preciso permitir que eles possam  se redescobrir atuando com o que lhes dá prazer. 
   A criança precisa se sentir bem, a pressão do dia a dia está cada vez mais forte e eles não estão tendo espaço de se conhecerem. 



 Quando fazemos uma atividade forçados, fica mais difícil manter o foco, a probabilidade de se chegar até o final é pequena e pode ter resultado contrário do que se deseja, ou seja, a criança pode desestimular e não querer mais praticar o movimento.  
Escrevo essa matéria para avaliarmos o peso da obrigatoriedade que os pais colocam com relação às atividades extras curriculares das crianças. 

 Muitas escolas hoje em dia já oferecem um pacote de atividades a serem praticadas, mas o olhar atento a vontade + necessidade precisa estar nos pais.
Caso não seja uma escolha por motivo específico, acredito que vale e muito conversar com a criança para saber o que ela gostaria de explorar. 
Em casa, nós fazemos combinados com a Bianca e o Felipe. No início coloquei na natação para que aprendessem mecanismos de defesa na água e quando senti segurança nos dois quanto a este aspecto, deixei eles percorrerem outras possibilidades. 
Eu não sou a favor de que tenham o tempo todo focado em atividades, gosto do "tempo livre" portanto, não os sobrecarregou de atividades extras. O brincar é muito importante ainda nessa fase em que estão (7 e 8 anos).

Os pais precisam estar conscientes  sobre o motivo que estão inscrevendo seu filho em uma atividade extra curricular. É necessário que se perguntem se existe essa necessidade, se a criança está preparada ou interessada, ou se é apenas uma forma de ocupar o tempo ao sair da aula.

Como diz Algusto Cury: "É preciso termos um caso de Amor com nossa qualidade de vida".